Esporte

A dança das cadeiras no comando técnico brasileiro

26 de Abril de 2021

Foto: Estadão

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Realmente a segunda-feira chegou para balançar o comando técnico dos clubes no futebol brasileiro. Primeiro, Holan no Santos, depois Enderson Moreira, no Fortaleza, a tarde Pintado, no Ferroviária. Colocando em prática e seguindo a cartilha do futebol brasileiro, que um ou dois resultados podem influenciar um trabalho todo.

Pintado conduzia muito bem o Ferroviária. O time de Araraquara, era segundo no Grupo B do Paulista que tem o São Paulo líder e já classificado. Um time muito bem estruturado, jogadores e parte multidisciplinar andando como deveria, mas aí no meio do caminho aparece uma proposta do Goiás, que estava sem técnico há duas semanas, depois da saída de Augusto César e nesse domingo (25), tomou uma goleada do seu Rival Atlético Goianiense. Pintado, chega a Goiânia para comandar a equipe na Série B do Brasileiro. 

Já o Fortaleza, mandou embora o técnico Enderson Moreira no domingo, depois da queda na Copa do Nordeste em casa para o Bahia. Enderson, em conversa com a direção preferiu encerrar o ciclo. Para o lugar, a direção sondou o técnico, Fernando Diniz, que havia saído do São Paulo no início do ano. Mas, já ouviu a recusa do treinador, deve ser porque Diniz aguarda um contato do Santos. Pode ser. Já que pela manhã, Holan comunicou ao presidente Rueda que não irá ficar no time do Peixe.

Tudo isso mostra de fato que o futebol brasileiro passa por uma espécie de amadurecimento e precisa evoluir muito, principalmente se espelhar em outras ligas, dar bagagem, no linguajar do futebol. Um time para ser campeão demora, o processo é longo. Mas, muitas vezes a pressão e o entendimento da direção e torcida faz com que esse trabalho seja jogado água abaixo. 


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Tags: técnicos; futebol; esporte;

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